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Quando fiquei grávida pela primeira vez, estava com 64 kilos, o que pra minha estatura já significa sobrepeso. Mas esses 4 kilos a mais não me incomodavam tanto, afinal eu ainda entrava nas minhas calças manequim 38.

Os 11 kilos que engordei grávida da Malu me pareciam 30, por causa do inchaço e só consegui eliminá-los por completo 5 dias antes de pegar o teste que me confirmava a gravidez do Samuel, apesar que, as calças que eu usava antes da Malu, pelo menos 4 delas, ainda não fechavam. Na gravidez do Samuel engordei 14, e me pareciam 9, porque não inchei, mas até agora, 4 meses depois, perdi 8 kilos, que parecem 4, porque não entro em NENHUMA roupa minha. E qdo vejo 100% do meu guarda-roupa que não me servem, tenho vontade de pular de um predio de 15 andares. Nunca fui boa de conta, mas em resumo: Preciso perder 10 kilos pra ter um IMC saudável e assim quem sabe um dia, talvez, entrar nas minhas roupas novamente, mesmo que elas ja estejam fora de moda.

60 kilos antes de ficar grávida é uma coisa, 60 kilos depois de 2 filhos é outra completamente diferente.
A grande vantagem depois de 2 filhos é que vc não precisa mais ficar descalça pra sentir a temperatura do chão.

Vi num blog, um dia desses, alguém que fez uma campanha do tipo: “20 kilos em 20 posts” e decidi que kiba-la-ei. Logo menos: “10 kilos em 10 posts”.
Para isso já tomei duas atitudes, comprei a Betty (uma balança de banheiro) pra me ajudar no sofrimento diario e fiz uma Assinatura Semestral da Boa Forma, que é pra eu ficar com ódio uma vez por mês durante 6 meses.

Não que eu queira deitar numa agulha e se cobrir com a linha. Magreza tem limites.
Mas meu objetivo é usar manequim 38 de novo, nem que isso aconteça qdo eu estiver com 38 anos.
Mas eu espero que demore no maximo 38 semanas.

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Explico o video no proximo post.

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Hoje faz uma semana que voltei a trabalhar.

Alem da Odisséia diária, que é sair de casa com duas crianças sem esquecer nada (fico que nem uma barata tonta pra dentro e pra fora de casa, antes de sair), o que mais me chama a atenção é como apenas uma semana longe da mãe já altera o comportamento de uma criança.

Samuel, meu bebê fofo-gordo, nunca teve uma gripe, uma febre, até agora. Só nessa semana ele já teve os dois. O comportamento dele também já mostra mudanças, não quer dormir cedo e fica reclamando quando saio de perto dele até para ir tomar banho. Acho que ele pensa que eu vou embora de novo. Tomei banho correndo a semana inteira só pra não ouvir o coitadinho chorar.
A Malu, minha princesa mimada, está voltando a agir como uma boa princesa mimada. Chora pra conseguir as coisas, faz birra, se joga no chão…
Não posso negar que eles são bem cuidados, sempre bem alimentados e sequinhos, mas ninguém EDUCA seu filho como você.

E essas coisas me fazem lembrar a entrevista de Maria Mariana (aquela do confissões de adolescente) a revista Época.
Na minha humilde opinião ela fala um monte de besteiras, “Se a mulher parir naturalmente, será uma mãe melhor” .Balela. Quer dizer que quem adota uma criança não é uma boa mãe? Mas entre outras coisas ela conta no seu livro como foi a decisão de parar de trabalhar para se dedicar a seus filhos, se dedicar a criar seus filhos para que sejam mentalmente sadios, indivíduos de valor e não deixar, pelo menos em parte, essa tarefa para uma outra pessoa.

O que bate de frente com a “Alpha Mom”, termo que ouvi recentemente, “cunhado por analistas de mercado dos EUA – os quais, aliás, adoram cunhar novos termos – para definir o segmento que emergiu de uma geração de mulheres de alto nível educacional, que encaram a tarefa de ser mãe como uma carreira profissional.”. Em outras palavras são as mães que sabem TECNICAMENTE, EMPIRICAMENTE o que fazer e como fazer para educar seus filhos, e não abrem mão de jeito nenhum de suas carreiras profissionais.

E com isso tudo as duas questões que assolam a minha cabeça nesse momento são: Tem alguma maneira certa de ser mãe? Dá pra ser uma boa mãe e uma boa profissional AO MESMO TEMPO?

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