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Post 2 em 1.
Demorei tanto, que perdi eliminei 2 quilos desde o último post .
Nas duas semanas que fiquei em casa, aproveitei pra mexer no meu grande calcanhar de Aquiles, aquilo que me dói só de pensar, o lugar onde não ouso mexer a dois anos e meio: o meu guarda-roupas.
Com o mesmo espírito insano corajoso que levou levou Dom Quixote a enfrentar os moinhos de vento, eu, reles aprendiz de magra, mexi em lugares que eu não visitava desde o manequim 38, num passado muito distante…
E depois de tentar matar moinho a grito, entre muitas coisas, constatei que dá pra abrir uma loja com minhas roupas, graças à variedade de tamanhos que há .

Titulo da foto: “como eu era e como fiquei”

Tenho peças do manequim 36 ao 44.

E minha primeira providencia foi organizar as peças por tamanho e em seguida dividir as peças em cabides com a estimativa do peso que tenho que estar, para entrar na roupa.

Assim, ganharei uma média de dois cabides de roupa à cada dois quilos que eu perder.

É o meu próprio programa de fidelidade. Com direito a premiação e tudo.

Hoje 13/12/2009: 63kilos

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Assim que fiquei grávida do Samuca, sabia que em um determinado momento eu precisaria tomar uma decisão: sacrificar a minha carreira de comunicação, ou, minha nova carreira de mãe.

Quando voltei a trabalhar, percebi que esse momento estava mais próximo do que eu imaginava, assim, que o Samuel teve sua primeira febre sem motivo aparente.

E eis que ele chegou.

Ter dois filhos com tão pouca diferença de idade têm suas vantagens a longo prazo, crescem juntos, serão amigos, o meu “trabalho” é todo de uma vez, mas… (sempre tem um) tbm apresenta uma desvantagem, que nesse momento, pra mim têm o tamanho de um iceberg afundador de transatlânticos: eu estou limitada profissionalmente. Pelo menos durante os próximos dois anos, tenho que passar à maior parte de tempo possível em casa.

Por isso sumi do mundo virtual nas últimas semanas, troquei de emprego. Sai da área de comunicação, que e a minha área de formação e a área que gosto de trabalhar, mas… (não falei que sempre têm) que paga mal e é terra de ninguém (CLT é para os fracos), para voltar a área de atendimento, onde posso desfrutar de benefícios clt-listicos e trabalhar meio período, mas… que me entedia e me aborrece.

Sai de uma empresa de comunicação integrada, onde tinha à função de faz-tudo-resolve-tudo, para trabalhar num hospital, na função de ouve-tudo-não-resolve-nada.

Agora entendi o que sempre me diziam sobre fazer sacrifícios pelos filhos.

Mas… a vida é assim, precisamos abrir mão de algumas coisas em prol de outras.
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